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Acredita em Ti e Voa!

Vai passar. Vai correr tudo bem. Puxa pela teu melhor. Cuida de ti. Olha para dentro. Entretanto o sol vai voltar! Todos os dias: uma mensagem positiva. BLOG: http://acredita-em-ti-e-voa.blogs.sapo.pt/

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O comboio está atrasado!

Formadora Voa Voa, 19.10.16

Se o teu comboio está atrasado é para te dar tempo: tempo para libertares as amarras do passado, tempo para respirares fundo, tempo para cuidares mais de ti, tempo para te conheceres melhor, tempo para avaliares o que fizeste, tempo para analisares o que queres fazer da vida, tempo para distribuíres afeto por quem te ama e tempo para seres mais feliz.

Deixa a impulsividade de lado, não apanhes outro comboio! Vais perder tempo e não é esse o teu destino. Tens vontade de ir, mas não é esse o teu caminho!

Espera. Tens um bilhete comprado e uma viagem para fazer… Aguarda, espera… aproveita para refletir, liberta o stress, aposta no que gostas de fazer e faz alguma coisa útil por alguém.

Vais ver que entretanto ele chega e vai valer a pena!

O teu comboio passa no momento e hora certa, quando estiveres mais forte, mais determinado e mais confiante! Boa viagem!

PS: Quando sentires aquela vontade louca de ir, pensa duas vezes. Aceita a paragem obrigatória que a vida te trouxe por algum motivo e recarrega as energias. Um dia vais compreender o porquê desta paragem “forçada”, mas provavelmente necessária!

Confia! Sê paciente e enche-te de esperança!

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A batalha da vida

Formadora Voa Voa, 18.10.16

A vida dá tantas voltas, mas por vezes, são voltas necessárias para te ajudar a compreender que estás no caminho errado, com as pessoas erradas, a querer coisas erradas e a lutar por causas erradas. A vida aconselha-te: “Esta batalha não é tua”. Em seguida, sentes um abanão tão intenso (na tua vida) que demoras a entender a essência da mensagem.

É preciso perderes, é preciso chorares, é preciso te lamentares até ao momento em que percebes: “Esta batalha não é minha, tenho de ir à luta e procurar um novo caminho, uma nova batalha, a minha batalha”.

Por vezes, perder é ganhar, mas tu só percebes isso com o passar do tempo.

Pega na tua espada, luta pelo que tu queres, dá o teu melhor na batalha que sentes como tua – a vitória é garantida quando acreditas que estás na batalha certa, pelos motivos certos, com as pessoas certas e a querer as coisas certas.

Confia em ti!

Sugestão: Escreve num papel quais são as tuas próximas batalhas: idealiza tudo, faz um esquema/uma planificação, define os objetivos para cada etapa e dá o teu melhor! Tenta, esforça-te e tenho a certeza que vais conseguir!

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Não te acomodes!

Formadora Voa Voa, 18.10.16

Se entras num restaurante e percebes que a ementa não agrada, saí!

Se estás a ver um programa de televisão e não estás a gostar, muda!

Se estás a ler um livro e não gostas da mensagem, podes fechá-lo já!

Se compraste alguma coisa e não gostas, vai trocar!

Agora não te acomodes mais: deixa de dizer sim a tudo, aprende a dizer não.

Deixa de dizer “mais ou menos” e percebe o que gostas ou não gostas, o que queres ou não queres para ti.

Não te acomodes, senão alguém decide por ti! Decide a tua vida! Se não és feliz, faz alguma coisa, mas mexe-te! Vais ficar acomodado o resto da vida? Vais deixar a vida passar porque tens medo de sair da zona de conforto?

Não te acomodes: reflete sobre a tua vida e muda: de trabalho, de relação, de projeto, de casa, de hábitos, mas faz alguma coisa por ti!

Decide se queres ter coragem e ser feliz, ou se preferes continuar a sobreviver com o medo e na infelicidade!

A decisão é tua!

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Insultos: “Não respondo, obrigado/a!”

Formadora Voa Voa, 16.10.16

Se ofereceres um presente a alguém e essa pessoa não aceitar – de quem é o presente?

É teu! Então, podemos afirmar que acontece a mesma coisa com os insultos: se alguém proferir insultos sobre ti, não aceites! Neste caso, os insultos ficam com quem os disse!

Porquê responder a um insulto? Porquê perder tempo com quem não merece? Porquê tentar justificar uma mentira?

Não precisas provar nada a ninguém. Não dês resposta! Não dês ouvidos, muito menos conversa ou confiança!

Há grandes contadores de histórias que gostam de inventar situações, vidas e boatos – não dês importância a quem não tem importância!

Aproveita a vida, sacode a poeira e sorri – os sábios não respondem a insultos nem dão justificações, sabes porquê? Porque sabem quem são!

Não te esqueças: quem te ama sabe quem tu és e não dá ouvidos a rumores – deixa as explicações para o tempo. Segue o teu caminho, cuida da tua paz interior e sê feliz!

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Um brinde à paz interior!

Formadora Voa Voa, 15.10.16

O maior tesouro que podemos descobrir dentro de nós é a paz interior. É uma busca aparentemente complicada, mas é possível e torna-nos pessoas mais felizes. Ter paz interior significa que o nosso coração mantém a serenidade, mesmo quando enfrentamos as tempestades da vida. É um equilíbrio desejável, uma força que demora a ser conquistada, mas vale a pena! É um sossego interior reconfortante que não tem preço e vale bem mais que um diamante! Ter paz interior significa que temos a capacidade para desfrutar de cada momento e nos sentirmos satisfeitos com aquilo que temos. É ter amor-próprio, é saber cuidar de nós próprios, é cultivar a paciência, nos aceitarmos como somos e viver cada dia com ânimo. Ter paz interior é fazer algo por alguém, sem esperar receber nada em troca, é ser capaz de valorizar os outros, não esquecendo o nosso próprio valor. É ter orgulho em nós próprios, mas sermos humildes a todas as horas. Ter paz interior é quando não sentimos necessidade em julgar ninguém, é não permitir que alguém estrague a nossa paz só porque sim e é tratar os outros como gostaríamos de ser tratados, mesmo que nunca sejamos tratamos de tal forma. É cultivar o respeito e a compaixão! Apaixonemo-nos por tudo aquilo que temos e somos, uma, duas e três vezes! Vamos conquistar a nossa paz interior: é um tesouro sem igual!

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A Vida não tem manual de instruções

Formadora Voa Voa, 14.10.16

Se a vida tivesse um manual de instruções só teríamos de ler, entender e colocar em prática! Mas, a vida perderia toda a sua graça! Contudo, o coração pode ser um autêntico guia, um gps sem igual! O coração indica caminhos, ajuda a escolher a opção mais correta, desvia-nos do caminho errado e perfuma o nosso corpo – sim, não há melhor perfume que o aroma de um coração bom, genuíno e amigo! Ensina que há um tempo para esperar, um tempo para insistir, um tempo para relaxar, um tempo para cuidar, um tempo para agir e um tempo para confiar. O coração é muito intuitivo, mais surpreendente e bem melhor que um simples manual de instruções. Cuida de ti, cuida do coração (que seja bonito por dentro e por fora) e que o oiças com atenção! Ele sabe! Ele sabe sempre o que é melhor para ti!

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O doloroso Inverno da Vida!

Formadora Voa Voa, 13.10.16

Há dias, semanas, meses e anos tão angustiantes que apetece esquecer. Há momentos em que temos a consciência que tudo ou quase tudo está a desmoronar na nossa vida. E, quando sentimos que mais nada pode acontecer, acontece mais uma queda, mais um desgosto e mais qualquer coisa que nos entristece ou preocupa. Olhamos para a frente e não encontramos nem uma luz, nem um farol, nem uma estrela… simplesmente nada! E, quanto mais lutamos para encontrar o nosso caminho, mais perdidos nos encontramos… Nada resulta, nada avança, nada dá certo, tudo está parado, porém, o tempo avança sem piedade e sentimos a vida simplesmente a passar! Todavia, não vale a pena desesperar! Um ano tem quatro estações completamente distintas: será que a nossa vida também tem estações? Talvez… podemos estar a passar pelo outono ou pelo inverno, mas entretanto reaparece a primavera e o verão. Bem sei que é mais confortável viver só com uma ou duas estações, mas temos de passar por todas. Ao longo da vida, todos nós atravessamos invernos cinzentos (com direito a chuva, a tempestades e a escuridão), mas seguidamente chega a primavera resplandecente (repleta de luz, sol, pássaros e flores). Quando não encontrarmos uma luz ao fundo do túnel, vale a pena olhar para céu e, com toda a certeza, vamos encontrar uma estrela cintilante. E se não estiver nenhuma? Sê a tua própria estrela, confia em ti, acredita que tudo passa e que ainda irás brilhar e muito!

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Desistir é para os corajosos!

Formadora Voa Voa, 13.10.16

Existem vários ditados populares que afirmam que desistir é uma atitude de pessoas fracas. Mas será mesmo? Uma pessoa que desiste de uma relação que lhe provoca dor e desânimo, uma pessoa que desiste de um trabalho que é mais que um martírio, uma pessoa que decide acabar com uma amizade angustiante e manipuladora, é fraca? Alguém que decide colocar um ponto final seja numa relação, num projecto, numa história ou numa situação que traz infelicidade é uma pessoa fraca? A sério, alguém acredita nisto? Então, nós devemos insistir em algo que nos prejudica a todos os níveis, só para evitar ser rotulados de “pessoas fracas”, é isto? Quer dizer, a pessoa deve continuar em sofrimento só para não desistir de algo? Não creio e espero que ninguém acredite nisto! Se não estamos bem, vamos sempre a tempo de mudar, seja de rumo, de ideias, de opiniões, de casa, de trabalho, de amigos, de relação ou qualquer outro projecto. É preciso coragem para dizer: “chega/basta/ não aguento mais” e só os corajosos tem essa força imbatível e essa garra inigualável. Desistir pode ser muito positivo e pode abrir espaço para a mudança! E as mudanças, ao contrário do que muitos pensam, trazem sempre bênçãos escondidas que só sentimos a longo prazo. Vamos aliviar o peso da infelicidade, largar o que não nos faz feliz e mudar de rumo! Sim, podemos desistir, porque quem gosta de nós quer que sejamos felizes e não “uma pessoa aparentemente feliz, mas carregada de dor, sofrimento e frustração.” “Fracos” são aqueles que tem medo de desistir, medo de mudar, medo de arriscar e preferem ser infelizes eternamente só porque receiam ser rotulados de “desistentes”. Verdade seja dita, desistir não é para os fracos, é para quem tem coragem redobrada e acredita que merece bem melhor! Desiste do que não te faz feliz, confia em ti e vais ver que o melhor ainda está por vir!

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Forretas nos afetos!

Formadora Voa Voa, 12.10.16

Em tempos de crise, temos mesmo de poupar. Devemos poupar na electricidade, poupar no gás, poupar na água, poupar nos gastos supérfluos com roupa, objectos, etc. Poupar porque permite uma gestão doméstica saudável e é importante para preservar os recursos naturais e o meio ambiente. Mas poupar nos afetos faz bem a alguma coisa? Creio que não! Os afetos preenchem vazios, aumentam a autoestima, fortalecem relações, criam novas ligações, confortam corações, promovem o bem-estar, potenciam emoções positivas e muito mais. Então, porque somos tão forretas nos afetos? Estamos à espera de quê para dar afetos? Não interessa o que os outros pensam, interessa aquilo que sentimos e aquilo que queremos fazer! Ninguém deve poupar nos afectos: devemos dar abraços longos e apertados; distribuir beijos carinhosos e doces; dar apertos de mão com força e confiança; oferecer olhares delicados e reconfortantes; espalhar sorrisos rasgados e iluminados; partilhar mensagens que amaciam corações e devolvem o ânimo e ainda gestos generosos que mudam o dia de alguém. Vá, não sejamos forretas nos afetos – o afeto é gratuito, enche o coração e dá-nos uma motivação extra para mais um dia. Não vale a pena esperar pela melhor ocasião, é hoje! Um abraço para ti que estás a ler este pequeno texto e não te esqueças: estamos em época de poupança de muita coisa, mas não de afetos! Sugestão: Hoje oferece um abraço, um beijinho ou uma palavra de conforto a alguém! Pode ser ao chefe, a um amigo, a um familiar ou a alguém especial – Vá não sejas forreta, ganha coragem – Vais ver a diferença que isso faz na vida de alguém!

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O famoso fantasma do “Não consigo”

Formadora Voa Voa, 11.10.16

O “Não consigo” assombra a nossa vida! Ele entra devagarinho, senta-se confortavelmente e comanda a nossa vida, sem pedir licença. E quando menos se espera, o “não consigo” surge repentinamente e produz grandes estragos. Cola-se a nós, suga-nos a energia, destrói a nossa vontade e impede-nos de tanta coisa maravilhosa. Deixamos de tentar, deixamos de arriscar e passamos a ser dominados pelo medo, pela ansiedade e pelo receio de falhar. Perante uma situação (seja ela difícil, desafiante ou comum), perdemos as forças e deixamos o “Não consigo” dirigir a nossa vida. Começamos a dizer sucessivamente: “Não, eu não consigo fazer isso/ Eu não consigo fazer aquilo” e, na verdade, acabamos por não arriscar, porque julgamos que não conseguimos. E que tal fazer um exercício que aplico na formação? É um desafio simbólico que exprime uma mensagem relevante para a nossa vida! Desafio: Escreve num papel tudo o que não consegues (ou pensas que não consegues). Em seguida, pega nesse papel e enterra. Podes até fazer-lhe um funeral. E, a partir de hoje, deixa o “Não consigo” descansar em paz e aprende a viver com os irmãos do “Não consigo”: “Eu posso”; “Eu consigo”; “Eu vou fazer”… Talvez sejam menos conhecidos, mas vão dar um novo brilho à tua vida. Se não arriscares, já sabes qual é o resultado final. E se arriscares - qual será o resultado? Não sabes, nesse caso, arrisca. Podes, consegues e vais fazer agora! Força!

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